
Como acontecem todos os anos, o encerramento do Campeonato Brasileiro sempre gera muitas polêmicas, fundamentadas basicamente em duas palavras: Ética (ou a falta dela) e Rivalidade.
Os times apontados para serem campeões esbarram nessa temática, por abdicarem do valor principal do esporte. Valor esse é que buscar, dentro da ética do grupo, alcançar a vitória valendo-se apenas do MERECIMENTO vindo através da dedicação e das superações dentro da competição.
Mas há muito o esporte “agregou” outros valores de importância para que clubes ganhem o tão almejado título. E como em todo o mundo, mais escancaradamente no Brasil, somaram-se valores sujos. Os meios que são usados pra justificar os fins já não importam mais.
Falando mais sobre esse período, digo que é impossível ser imparcial, e como esse é meu primeiro post acho importante deixar isso claro pra vocês. Tenho meu time de coração e defenderei, mas nunca fanaticamente, em breve vcs perceberão isso.
Não vamos muito longe, a retrospectiva vai ser curtinha só pra explanar bem o assunto. Em 2005, foi talvez o maior escândalo, quando “descobriram” a “máfia do apito” com o filho da mãe do Edilson Pereira, que com coincidentemente ou NÃO, as anulações das partidas apitadas por ele, beneficiou o Corinthians, que se não me engano vinha perdendo todos os clássicos, e acabou levando o título por BENEFICIAMENTO.
A final de 2008 entre São Paulo e Goiás teve o escândalo (tudo no Brasil tem nome de escândalo, mas essa palavra me incomoda pq aqui parece ser sinônimo de frivolidade, enfim) do suborno do árbitro, cujo nome é Wagner Tardelli, mas conhecido como outro filho da mãe o qual tentaram subornar com o ingresso do show da Madona em troca do “roubo do título”, os bambis levaram a taça em nome da falta de ESCLARECIMENTO.
Ano passado foi talvez o que mais a pergunta que sempre gera a polemica foi usada: “Entrega ou não entrega”? Quem viveu viu a gambazada “abrindo as pernas” pro campeão brasileiro de 2009, atualmente quase rebaixado.
Faltando apenas quatro rodadas para final do BR10 a pergunta mais feita é: E o Palmeiras vai entregar pro fluminense, para que seu maior rival não seja beneficiado com o fracasso dos cariocas?
Ano passado fomos “nos” palmeirenses, e todos os brasileiros que tinham seu time fora do G4 que se perguntava se era válido ou não o Corinthians ter entregado o jogo para o flamengo. Pergunta-se o mesmo esse ano, a diferença é: Agir fora da ética ‘esportiva’ desta vez não beneficiará a dita segunda maior torcida do Brasil, a imprensa gambá...
O questionamento, infelizmente, não é se isso é certo ou errado e se temos que “jogar as cartas” e decidir quando essa sujeira deva acabar. O questionamento não é pra favorecer o futebol nacional, não é para se trabalhar a decência da arbitragem e das equipes. Apenas é por interesse INDIVIDUAL.
Esse ano é uma equipe, 2011 será o mesmo filme, apenas com o personagem diferente. Não se cria perspectivas pra termos um futebol mais limpo. Enquanto isso, não julgo o Flamengo, nem o São Paulo, nem o Palmeiras nem o Asa de Arapiraca.
Se não se ganha título aqui por merecimento, cabe cada um “dá seus pulos” e claro e evidente, NUNCA absolutamente NUNCA, a favor de seu rival.
Se não se ganha título aqui por merecimento, cabe cada um “dá seus pulos” e claro e evidente, NUNCA absolutamente NUNCA, a favor de seu rival.
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